Fui inventar de dedetizar minha casa e acreditar na promessa que não teria cheiro, etc e tal!
Promessa não cumprida e desespero total!
Não pensei duas vezes: levei minha cachorra para o pet shop e peguei meu filhote e fui pro shopping.
Passamos o dia todinho no Shopping e pude fazer uma constatação: QUE BELEZA viver nos dias de hoje!
Quando que minha mãe teve o conforto que hoje temos com nossos filhos, fora de casa!
Nossas avós então... nem saiam de casa.
A estrutura que os shopping oferecem ás mães hoje é de tirar o chapéu!
No fraudário que frequentei hoje, por 3 vezes, além de 5 espaços para trocar as fraudas, havia cuba com água quente, fraudas, lenços umidecidos, microondas, poltronas, pufs, televisão de led! Tudo free!! Fora o atendimento de uma auxiliar que fica lá para limpar sempre que uma criança é trocada.
Ah, já ia me esquecendo: utilização de carrinhos de passeios, free também!
Conclusão, agora que descobri isso, ir ao shopping será mais atrativo do que já era!
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Alimentação
Fiquei muito contente hoje com o que ouvi dos dois pediatras do meu filho:
COMER CARNE NÃO É ESSENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO DO SEU FILHO!
E ambos são carnívoros e alimentaram seus filhos com carne.
Se antes eu já tinha meus palpites em não inserir carne nas papinhas e sopinhas, agora, com o aval de dois médicos, fortaleço ainda mais minha intenção de não torna-lo um carnívoro passivo.
Mas, por enquanto, ele continuará somente sendo amamentado no peito. Esta indo muito bem assim e ganhando peso. Isso que importa!
Sem contar que AMAMENTAR é divino! Um momento só nosso, que fortalece nosso vínculo emocional.
Até lá, vamos que vamos, amamentando!
COMER CARNE NÃO É ESSENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO DO SEU FILHO!
E ambos são carnívoros e alimentaram seus filhos com carne.
Se antes eu já tinha meus palpites em não inserir carne nas papinhas e sopinhas, agora, com o aval de dois médicos, fortaleço ainda mais minha intenção de não torna-lo um carnívoro passivo.
Mas, por enquanto, ele continuará somente sendo amamentado no peito. Esta indo muito bem assim e ganhando peso. Isso que importa!
Sem contar que AMAMENTAR é divino! Um momento só nosso, que fortalece nosso vínculo emocional.
Até lá, vamos que vamos, amamentando!
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Berçário
Hoje fui conhecer um berçário candidato a ser o cantinho que meu filhote fique quando eu voltar a trabalhar.
Uma casa ampla, arejada. Simpatizei com as monitoras; isso é bom. Não é muito lotado.
Mas mesmo gostando, claro que um lado meu grita dentro de mim que "nããããããoooooo"!
Não consigo sonhar como vai ser deixar meu filhote no berçário!
Até lá, faço mil cenas.... coisa de leonina como diria uma amiga minha.
Mas tudo bem. Foi bom passar por lá, conhecer e ver que é um bom lugar.
Acho que todas as mães, ou pelo menos a maioria delas, já passou por isso.
Ah, sobre ontem, (o sad hour), ficou tudo bem. Ele chegou logo depois das 22h. Conversamos, compreendi.
Mas que é uma sacanagem o trabalho ultrapassar do ponto, isso é.
Uma casa ampla, arejada. Simpatizei com as monitoras; isso é bom. Não é muito lotado.
Mas mesmo gostando, claro que um lado meu grita dentro de mim que "nããããããoooooo"!
Não consigo sonhar como vai ser deixar meu filhote no berçário!
Até lá, faço mil cenas.... coisa de leonina como diria uma amiga minha.
Mas tudo bem. Foi bom passar por lá, conhecer e ver que é um bom lugar.
Acho que todas as mães, ou pelo menos a maioria delas, já passou por isso.
Ah, sobre ontem, (o sad hour), ficou tudo bem. Ele chegou logo depois das 22h. Conversamos, compreendi.
Mas que é uma sacanagem o trabalho ultrapassar do ponto, isso é.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Happy Hour
Estou muito chateada.
São dez horas da noite e a última vez que falei com meu marido eram seis da tarde, me avisando de um happy hour supresa para o chefe.
Happy hour pra quem ? Pois pra mim é sad hour.
Poxa vida, um happy é rapidinho. Mesmo de trabalho, falando de trabalho...
Uma coisa que fique clara: confio no meu marido. Até hoje, minha confiança nele é plena. Nunca tive motivos para desconfiar de uma vida dupla, nem de aventuras.
Mas se existe uma concorrente do meu casamento, é o trabalho dele.
Não vou escrever mais sobre esse assunto porque depois me arrependerei.
Meu esposo é um pai maravilhoso e um marido dedicado também. Preocupado conosco o tempo todo, é amoroso e dedicado. Mas quando o assunto é trabalho, temos réguas bem diferentes de medir.
Não concordo com a forma como ele reverencia o trabalho.
Responsabilidade é uma coisa, exagero é outra.
Enfim... fica apenas registrado. Sinceramente, chateada.
São dez horas da noite e a última vez que falei com meu marido eram seis da tarde, me avisando de um happy hour supresa para o chefe.
Happy hour pra quem ? Pois pra mim é sad hour.
Poxa vida, um happy é rapidinho. Mesmo de trabalho, falando de trabalho...
Uma coisa que fique clara: confio no meu marido. Até hoje, minha confiança nele é plena. Nunca tive motivos para desconfiar de uma vida dupla, nem de aventuras.
Mas se existe uma concorrente do meu casamento, é o trabalho dele.
Não vou escrever mais sobre esse assunto porque depois me arrependerei.
Meu esposo é um pai maravilhoso e um marido dedicado também. Preocupado conosco o tempo todo, é amoroso e dedicado. Mas quando o assunto é trabalho, temos réguas bem diferentes de medir.
Não concordo com a forma como ele reverencia o trabalho.
Responsabilidade é uma coisa, exagero é outra.
Enfim... fica apenas registrado. Sinceramente, chateada.
Ser mãe é sentir Culpa
A melhor experiência que a vida me proporcionou, sem dúvida alguma foi a maternidade!
Há quatro meses, venho me deleitando com os prazeres e afliçoes (nem tudo são flores) desse capítulo só iniciado na minha vida.
Durante o primeiro trimestre, uma certeza me turbinava os dias: Nasci para cuidar do meu filho!
E junto com essa certeza, outra maior ainda: deixar de trabalhar fora para ficar com ele!
Passado esses quatro meses, e menos confiante como no princípio, começo a colocar em cheque se realmente esse é o caminho.
Bom, que nasci para cuidar do meu filho, isso não tenho dúvidas mesmo.
Meu filho é um tesouro inestimável em minha vida.
A questão é: deixar de trabalhar fora, é o que eu posso de oferecer de melhor para ele?
Não estou gostando da mulher que estou me transformando ficando dentro de casa.
Ou será que não estou gostando de doar exclusivamente meu tempo a esse ser?
Eu tenho que doar-me totalmente e completamente a esse ser?
E a culpa de me questionar sobre essas dúvidas, onde coloco?
Outro dia, ouvi a Angélica (do Luciano Huck) dizer: " Ser mãe é sentir culpa ".
Não quero concordar com isso, apesar de no momento concordar completamente com isso!
Quero cuidar de mim e ser uma pessoa feliz para ficar com meu filho.
Mas eu não deveria estar feliz em ficar em casa e poder ficar integralmente com ele. Deveria? Poderia?
Regressando ao trabalho, serei uma pessoa melhor, e terei menos tempo para ficar com ele mas, em contra partida... ficando em casa, estarei frustrada e com todo o tempo do mundo para fica com ele, mesmo não estando completa.
Não é o que o trabalho me completa, ou me torna feliz. Mas me faz feliz, eu poder ter o "meu" dia. Fazer as "minhas" coisas, ter a "minha função". Me faz feliz eu "Ser".
É fantástico essa abgnação que a maternidade nos proporciona. Chega a ser irracional, pois só vivendo para entender mesmo. É total e completa doação a outro ser. Uma mãe se dedica a um filho de uma forma como em nenhum outro relacionamento na vida. Doa-se incondicionalmente, de corpo e alma, sem espera de nenhum tipo de reconhecimento. Uma abdicação tão intensa que abandonamos nosso ser para alimentar a vida de outro. Esse mecanismo me aproximou de Deus, com certeza!
Mas chega um momento, não sei se é egoísmo meu, que começo a pensar a voltar a viver para mim um pouco também.
A doação continua, mas não de forma integral, incessante, inesgotável.
Começo a pensar que para essa doação permanecer e ser qualitativa, é preciso renovar as energias desse foco integral dos primeiros meses! Caso contrário, frustra.
Contraditóriamente, o coração de mãe, aponta o dedo julgando-me cruel e fria, por pensar em mim, enquanto tenho um anjo deitado no berço contando comigo para tudo.
O conflito interno é exatamente esse: quero ficar com meu pequeno todo o tempo do mundo enquanto Deus me permitir, mas quero voltar a ter um pedacinho do dia para mim também, seja para trabalhar, ou o que for.
No meu caso, voltarei a trabalhar, por responsabilidade na questão financeira. Mas, mesmo já tomada essa decisão, o conflito vem, pelo simples fato do pensamento ter norteado minha mente sobre essa divisão de tempo, de atenção.
Antes eu era uma mulher com conflitos internos, agora sou um mulher que tem a maternidade como tema para degladiar minha mente.
Há quatro meses, venho me deleitando com os prazeres e afliçoes (nem tudo são flores) desse capítulo só iniciado na minha vida.
Durante o primeiro trimestre, uma certeza me turbinava os dias: Nasci para cuidar do meu filho!
E junto com essa certeza, outra maior ainda: deixar de trabalhar fora para ficar com ele!
Passado esses quatro meses, e menos confiante como no princípio, começo a colocar em cheque se realmente esse é o caminho.
Bom, que nasci para cuidar do meu filho, isso não tenho dúvidas mesmo.
Meu filho é um tesouro inestimável em minha vida.
A questão é: deixar de trabalhar fora, é o que eu posso de oferecer de melhor para ele?
Não estou gostando da mulher que estou me transformando ficando dentro de casa.
Ou será que não estou gostando de doar exclusivamente meu tempo a esse ser?
Eu tenho que doar-me totalmente e completamente a esse ser?
E a culpa de me questionar sobre essas dúvidas, onde coloco?
Outro dia, ouvi a Angélica (do Luciano Huck) dizer: " Ser mãe é sentir culpa ".
Não quero concordar com isso, apesar de no momento concordar completamente com isso!
Quero cuidar de mim e ser uma pessoa feliz para ficar com meu filho.
Mas eu não deveria estar feliz em ficar em casa e poder ficar integralmente com ele. Deveria? Poderia?
Regressando ao trabalho, serei uma pessoa melhor, e terei menos tempo para ficar com ele mas, em contra partida... ficando em casa, estarei frustrada e com todo o tempo do mundo para fica com ele, mesmo não estando completa.
Não é o que o trabalho me completa, ou me torna feliz. Mas me faz feliz, eu poder ter o "meu" dia. Fazer as "minhas" coisas, ter a "minha função". Me faz feliz eu "Ser".
É fantástico essa abgnação que a maternidade nos proporciona. Chega a ser irracional, pois só vivendo para entender mesmo. É total e completa doação a outro ser. Uma mãe se dedica a um filho de uma forma como em nenhum outro relacionamento na vida. Doa-se incondicionalmente, de corpo e alma, sem espera de nenhum tipo de reconhecimento. Uma abdicação tão intensa que abandonamos nosso ser para alimentar a vida de outro. Esse mecanismo me aproximou de Deus, com certeza!
Mas chega um momento, não sei se é egoísmo meu, que começo a pensar a voltar a viver para mim um pouco também.
A doação continua, mas não de forma integral, incessante, inesgotável.
Começo a pensar que para essa doação permanecer e ser qualitativa, é preciso renovar as energias desse foco integral dos primeiros meses! Caso contrário, frustra.
Contraditóriamente, o coração de mãe, aponta o dedo julgando-me cruel e fria, por pensar em mim, enquanto tenho um anjo deitado no berço contando comigo para tudo.
O conflito interno é exatamente esse: quero ficar com meu pequeno todo o tempo do mundo enquanto Deus me permitir, mas quero voltar a ter um pedacinho do dia para mim também, seja para trabalhar, ou o que for.
No meu caso, voltarei a trabalhar, por responsabilidade na questão financeira. Mas, mesmo já tomada essa decisão, o conflito vem, pelo simples fato do pensamento ter norteado minha mente sobre essa divisão de tempo, de atenção.
Antes eu era uma mulher com conflitos internos, agora sou um mulher que tem a maternidade como tema para degladiar minha mente.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Do começo...
Estou a menos de dois meses para retornar ao trabalho e esse será o tempo que sei que poderei me comprometer com esse projeto "Sinceridade".
Na verdade, bem mais que isso, esse canto criado, será também a válvula de escape nos dias difíceis e quem sabe até o registro dos momentos felizes.
Ser uma mulher nos dias de hoje não deveria ser tão complicado.
Não deveria e não deve.
Quem complica somos nós; homens, mulheres, sociedade em geral.
Sei que ainda vou falar muito sobre esse tipo de tema. Ser repetitiva, prolixa e as vezes até chata. Não me importa. Esse canto apesar de público, é meu.
Aqui, escrevo tudo que penso, tudo que sinto.
E o dia que não escrever mais com o coração, esse canto já não terá sentido.
Dificilmente isso aconteceria...
Esse é o canto da sinceridade. Não é para muitos, mas quem se atrever, fique a vontade.
Na verdade, bem mais que isso, esse canto criado, será também a válvula de escape nos dias difíceis e quem sabe até o registro dos momentos felizes.
Ser uma mulher nos dias de hoje não deveria ser tão complicado.
Não deveria e não deve.
Quem complica somos nós; homens, mulheres, sociedade em geral.
Sei que ainda vou falar muito sobre esse tipo de tema. Ser repetitiva, prolixa e as vezes até chata. Não me importa. Esse canto apesar de público, é meu.
Aqui, escrevo tudo que penso, tudo que sinto.
E o dia que não escrever mais com o coração, esse canto já não terá sentido.
Dificilmente isso aconteceria...
Esse é o canto da sinceridade. Não é para muitos, mas quem se atrever, fique a vontade.
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